INTERNET: A INFLUÊNCIA DAS REDES SOCIAIS NO COTIDIANO DOS RELACIONAMENTOS

A internet e sua influência nos relacionamentos

“Uma família sem diálogo, onde não há comunicação apesar de estarem juntos é uma situação extrema de solidão no grupo familiar. (…) Muitos têm compulsão pela internet. A pessoa não vive sem ela e se isola do mundo presencial, acabando até em quadro depressivo”

Família conectada à internet. O perigo do mau uso das redes sociais.

— “Filho, desliga lá o fogo da panela de pressão, por favor?”
— “Calma aí, mãe! Tô mandando uma mensagem pra Aline!”
— “Vai rápido, senão o feijão queima. Eu estou esperando seu tio me atender no Skype! E já vou avisando: nada de usar o celular durante o almoço, tá? Muito menos na hora de dormir.”

Esse é um diálogo que deixa claro uma verdade: a internet vem interferindo na maneira como as pessoas se relacionam. E não é somente o surgimento de novos termos do chamado “internetês”. Mas sobretudo como as relações familiares estão sendo afetadas.

Considere um lar onde os pais saem cedo para o trabalho e os filhos vão para a escola. No final do dia, após vários afazeres, todos se reúnem na sala para ver TV ou durante o jantar. Todavia, o fato de estarem ali, não significa que haverá diálogo entre eles. Geralmente, cada um pega o seu smartphone e partem para as redes socias, sejam elas conversas pelo Facebook ou Wathsapp, jogos on-line e outras alternativas disponibilizadas pela internet.

Fica a dúvida: será que essa conjuntura gera algum dano às pessoas ou é apenas uma nova maneira de se viver? A tecnologia está realmente aproximando ou afastando as pessoas? Principalmente as pessoas mais próximas a nós?

Portal Boa Vontade entrevistou a psicóloga Maria Helena Marzabal Paulino, que é integrante da Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF). A especialista diz que às vezes o afastamento dos familiares não é responsabilidade apenas da tecnologia, mas também uma consequência do grau de união e intimidade que eles compartilhavam antes dela chegar.

“Há uma pré-disposição”. Se o afeto e o cultivo de outros bons sentimentos não forem bem valorizados, possivelmente a tecnologia favorecerá um “distanciamento maior, propiciando um isolamento entre os membros da família. Ou seja, cada um fica circunscrito ao seu espaço virtual”, explica a psicóloga.

Considerando a falta de se promover, no dia a dia, afeto e diálogo na relação entre os casais, por exemplo, a tecnologia pode se tornar uma grande vilã.

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*Com informações BOAVONTADE.COM

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