PREFEITOS SUSPEITOS DE DESVIAR R$ 200 MILHÕES, SÃO ALVO DA OPERAÇÃO FRATERNOS DA PF

Operação Fraternos tem como objetivo afastar os prefeitos de Porto Seguro, Eunápolis e Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia

Prefeitos investigados pela Operação Fraternos

Foi deflagrada nesta manhã (07) pela Polícia Federal (PF) a Operação Fraternos, que tem como objetivo afastar os prefeitos de Porto Seguro, Eunápolis e Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia. Também estão sendo cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão e condução coercitiva – quando alguém é levado a depor.

No total, a Justiça Federal expediu 42 mandados de busca e apreensão, 21 de prisão temporária (de até cinco dias) e 18 de condução coercitiva.

Os mandados estão sendo cumpridos em Minas Gerais, São Paulo e Bahia. A operação conta com a atuação de 250 agentes da Polícia Federal, 25 auditores da Controladoria-Geral da União (CGU) e de integrantes do Ministério Público Federal.

Segundo as investigações, existem indícios de que, com o auxílio de alguns familiares, os três prefeitos teriam fraudado contratos que, juntos, formam o valor de R$ 200 milhões. Os prefeitos são: Claudia Oliveira, de Porto Seguro; José Robério Batista de Oliveira, de Eunápolis, e Agnelo Santos , de Santa Cruz Cabrália. Todos filiados ao PSD. Claudia Oliveira e José Robério são casados.

De acordo com reportagem publicada no G1, os agentes da PF afirmaram que, nos três municípios baianos, foi organizada uma “ciranda da propina”, em razão do rodízio que era feito entre as empresas envolvidas no esquema de corrupção para vencer as licitações e tentar “camuflar” as irregularidades.

A Polícia Federal informou que os investigados irão responder pelos crimes de organização criminosa, fraude a licitações, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Por conta do uso de familiares para cometer as irregularidades, a operação da PF foi batizada de Fraternos.

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