JUIZ SOLTA HOMEM PRESO POR EJACULAR EM MULHER NO ÔNIBUS

Evandro Quessada da Silva debochou ao ser preso
Um
juiz de São Paulo mandou soltar Evandro Quessada da Silva, de 26 anos, preso na
manhã da última quarta-feira (27) após ejacular na perna de uma mulher dentro
de um ônibus na Zona Leste da capital paulista.
No
entendimento da Justiça, não houve crime sexual mediante fraude porque “não
houve contato entre o averiguado e vítima que pudesse indicar ter sido ela
enganada”. “Sem o emprego de fraude não há crime”, diz a sentença.
Em
sua decisão após a audiência de custódia, o juiz Rodrigo Tellini de Aguirre
Camargo afirmou que “a conduta do indiciado é bastante grave e repugnante, atos
como esse violam gravemente a dignidade sexual das mulheres mas, infelizmente,
penalmente, configuram apenas contravenção penal. Como essa contravenção é
apenas somente com multa, impossível a homologação do flagrante.”
“Nojo”
A
vítima, de 34 anos, disse em entrevista à TV Globo que sentiu nojo
com a situação a que foi submetida. Eu senti um movimento, depois senti um
negócio caindo na minha perna, pingou no meu pé”.
“Nojo,
nojo. É um desrespeito. Não sei explicar direito, nunca tinha passado por isso.
É algo muito desagradável. Minha perna tá tremendo até agora.”
Dentro
do ônibus, os passageiros, revoltados, agrediram o homem. O motorista viu uma
viatura passando e parou o ônibus. Na delegacia, o preso disse que não sabe
como isso aconteceu.
Quatro
passageiros prestaram depoimento, como testemunhas, contando como o crime
ocorreu.
Ejaculações
No
mesmo dia, outro homem foi preso após ejacular em uma mulher em um ônibus na
Zona Norte de São Paulo.
Segundo
testemunhas, um vigia de 31 anos foi flagrado por uma passageira ejaculando nas
costas de outra mulher. Quando souberam, outros passageiros agiram e impediram
que o homem saísse do coletivo.
O
motorista chamou a polícia, que prendeu o vigia. Ele foi encaminhado ao 38º
Distrito Policial, na Vila Amália. A delegada o indiciou por violência sexual
mediante fraude e pediu sua prisão. O agressor já tinha cometido crime
semelhante em 2015, num vagão do metrô.
Via Pragmatismo Político

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